Marcio Ballas – Um dos maiores especialista em improviso e criatividade que transformou o café em uma experiência inusitada.

1)Improviso só acontece depois de uma alteração de cenário e não permite lidar com amadores. No improviso nunca se improvisa. Pode tudo, mas não pode qualquer coisa. Por trás de todo
improviso há sempre um grande planejamento, um enorme repertório pessoal e um profundo respeito às consequências das próprias escolhas.

2)Improviso é “prover a partir de dentro”, ou seja, quando o que se planejou externamente não acontece, você internamente provê de soluções. Isso é uma arte que exige muito repertório e treinamento, além de precisar ter predisposição e desapego das própria “grande ideia” quando percebe que outras ideias do grupo podem ser mais adequadas. É importante saber “levantar a bola para o outro”, pois é um jogo coletivo de desenvolvimento de performance.

3)O improvisador é um otimista. Ele acredita que a ideia vai dar certo. Ele acredita no parceiro e acredita que a experiência será legal. Há um paralelo entre a resiliência e o improviso que é a “expansão do horizonte do tempo” para achar melhores saídas, melhores soluções, uma vez que a conexão que o improviso exige com o “aqui e agora”, também exige uma conexão sistêmica com os acontecimentos passados e com os objetivos que se pretende alcançar simultaneamente.

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